O Projeto FAROL tem como objetivo aprimorar os atendimentos prestados aos assistidos, fortalecendo a capacidade dos profissionais da Defensoria Pública de acolher, orientar e encaminhar demandas de forma qualificada, eficaz e humanizada.
Iniciado em 2024, o projeto já conta com diversas edições voltadas a diferentes temas e núcleos da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso, abordando desde o atendimento humanizado e situações de crise até políticas voltadas à população em situação de rua, violência doméstica, práticas sustentáveis e capacitação de estagiários.
O FAROL propõe-se a ser um instrumento de formação contínua, simbolicamente associado à função de um farol marítimo, que orienta e oferece segurança em meio ao desconhecido. Nesse sentido, busca “iluminar” a atuação institucional, preparando melhor os servidores para lidar com as complexidades do atendimento ao público e com as diversas vulnerabilidades sociais.
O projeto também contempla ações formativas direcionadas a diferentes contextos de atuação, incluindo demandas de capacitação pelas microrregiões do estado, com foco no fortalecimento de práticas mais sensíveis, integradas e resolutivas no âmbito da Defensoria Pública.
- Promoção de Direitos por meio da Arte
O Projeto “Promoção de Direitos por meio da Arte” é uma iniciativa da Coordenadoria Técnica de Assuntos Interdisciplinares (CTAI) da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso, com o objetivo de promover a educação em direitos junto a públicos em situação de vulnerabilidade por meio de ações artístico-pedagógicas.
A proposta reconhece o potencial da Defensoria Pública na defesa e promoção dos direitos humanos, utilizando a arte como instrumento de reflexão crítica e de transformação social. Nesse contexto, a arte é compreendida não apenas como expressão estética, mas como meio de leitura e interpretação das relações sociais e da realidade vivida pelos sujeitos.
O projeto contou com uma única edição voltada especificamente a mulheres vítimas de violência, realizada em parceria com o Núcleo de Defesa da Mulher (NUDEM) e com a Escola Superior da Defensoria Pública (ESDEP). A programação foi composta por cinco oficinas de dança seguidas de rodas de conversa, com temas previamente definidos e com intervenção do NUDEM junto às assistidas, promovendo escuta qualificada e fortalecimento de vínculos.
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